OE 2024
Considerações:
Pedro Santos:
- tem a pressão da clientela do PS, que vê os laranjinhas ocuparem o aparelho de estado.
- percebe que se não tiver eleições para o ano, tal só acontecerá em 2026/27, criando na sua liderança um desgaste, acentuado pela sua personalidade expansiva. Isto levará à sua substituição antecipada.
Luis Esteves:
- se for a eleições, arrisca-se a manter uma votação semelhante a PS, o que levaria à sua substituição por outra personagem compatível com o Chega, capaz de formar maioria.
- a continuidade do governo e o uso dos fundos PRR, garantirá a chegada ao fim da legislatura com possibilidade de uma maioria absoluta.
André Ventura:
- Se for a eleições perderá parte dos 50 deputados
- Se for a eleições, forçará o PSD a um entendimento e assumir a relação.
Pedro Coelho:
- Governou o País segundo um programa externo, gostaria de ocupar o cargo para governar segundo o seu programa.
- No caso de haver eleições e o Chega continuar a ser essencial para uma maioria, deverá avançar para substituir lider PSD.
Previsão:
O Chega dirá que não viabiliza o orçamento por nada, vendo isto o PS finge que negoceia, passando uma imagem de responsabilidade, sendo que à ultima da hora, dirá que não é possivel pactuar com um orçamento lesivo, vota contra. Primeiro orçamento chumbará. Montenegro vai-se confrontar com o dilema, ir a eleições ou dar um acordo profundo ao Chega. Se o PS suspeitar que ha um entendimento com o Chega, não terá outro remédio senão viabilizar o orçamento. Vai ser um acordo feito nos ultimos minutos da 2a votação, relativo ao 2º orçamento apresentado.
A questão central aqui, Pedro Santos irá sacrificar o seu futuro politico, para evitar um governo influenciado pelo Chega, viabilizando o orçamento ou irá colocar-se na oposição por um tempo prolongado.
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